A analítica preditiva

A capacidade de prever o futuro foi, desde cedo na história da humanidade, uma das suas ambições mais prementes. A análise preditiva permite, através da utilização de avançadas tecnologias de analítica, tomar decisões mais adequadas para o perfil da organização e dos seus interlocutores. A observação inicial dos corpos celestes, o comportamento do clima e […]


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A capacidade de prever o futuro foi, desde cedo na história da humanidade, uma das suas ambições mais prementes. A análise preditiva permite, através da utilização de avançadas tecnologias de analítica, tomar decisões mais adequadas para o perfil da organização e dos seus interlocutores.

A observação inicial dos corpos celestes, o comportamento do clima e dos animais estão na génese da análise preditiva desde tempos imemoriais, ajudando o Homem nessa tarefa desde a primeira hora, nunca parando de evoluir ao longo dos tempos. Embora a utilização da analítica tenha evoluído desde esse tempo, é somente no século 20, em 1940, com o aparecimento do computador que a analítica preditiva começa a ganhar ascendente. Nos anos 50 desses mesmo século a tecnologia tinha já avançado o suficiente para que surgissem as primeiras previsões meteorológicas com base em modelos analíticos. Nos anos 60 o serviço de scoring para determinação de risco de crédito providenciado pela FICO era já uma referência no mercado.

Claramente o tema da analítica preditiva não é novo mas recentemente tem vindo a ganhar uma crescente visibilidade, fruto da evolução tecnológica. A maturidade da tecnologia, o aumento exponencial da capacidade de computação e a crescente diminuição do seu custo, o aparecimento de novos paradigmas de computação como o “in-memory computing” e o “in-database analytics” permitem o desenvolvimento de utilizações até agora impensáveis.
Analíticas que demoravam horas levam agora segundos, para quantidades de dados muito superiores. Paralelamente, a explosão dos dados, o Big Data e o aparecimento de novas classes de ferramentas mais intuitivas e próximas do utilizador de negócio vêm potenciar a difusão da analítica no seio das organizações.

A crescente dificuldade de diferenciação das organizações face à concorrência fruto da comoditização das diferentes tecnologias, conduziram a uma maior uniformização, perdendo assim o carácter distintivo que ofereciam ao negócio. O que conduz à crescente relevância atribuída à tomada de decisão fundamentada em números e em probabilidades que permitam a operação do negócio.
Estudos recentes revelam que a utilização da analítica por parte das empresas mais bem sucedidas é várias vezes superior à utilização que é feita pelas organizações menos bem sucedidas. A título de exemplo, a utilização de analítica em funções de gestão financeira e planeamento é cerca de 6 vezes superior nas empresas bem sucedidas, ou 8 vezes superior na área de operação e produção.

Um inquérito recente realizado a 167 organizações que apresentam em produção soluções de analítica preditiva revela ainda uma certa uniformidade e abrangência nas áreas da organização que fazem uso dessa tecnologia.
Claramente estas organizações reconhecem valor na utilização disseminada da analítica preditiva como motor fundamental para aquisição e sustentação de vantagem competitiva. A análise preditiva assenta na interpretação de dados históricos, neles está latente a resposta para muitas das questões que a organização todos os dias enfrenta.
• Quais os clientes com maior probabilidade de responderem favoravelmente a uma campanha de marketing?
• Quais os clientes com maior probabilidade de abandonarem a organização?
• Quais os produtos ou serviços que tipicamente são consumidos em conjunto?
Estes são apenas alguns exemplos que permitem vislumbrar todo o poder e potencial que a técnica proporciona. Com a analítica preditiva as organizações podem hoje fazer uma análise probabilística do futuro, ganhando com isso a vantagem que lhes permite o destaque na indústria em que competem.

 

João Cupertino
Diretor geral da SoftFinança

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