Americana prepara abertura da primeira loja em Lisboa

A PME, sedeada em Leiria, também avançará este ano com um novo portal de vendas. O objetivo é reforçar a sua aposta no comércio ‘online’.

A Americana, retalhista e grossista de papelaria sedeada em Leiria, pretende abrir, ainda em 2018, o seu primeiro espaço em Lisboa, estando neste momento a analisar várias localizações na capital.

Detida a 100% pela família Sousa, a PME que também aposta em consumíveis de escritório, artes decorativas, belas artes e brinquedos, definiu na sua estratégia de crescimento para este ano, a saída da “sua zona de conforto”, ou seja, da região de Leiria, onde tem desenvolvido todo o seu plano de expansão, sendo que atualmente conta com oito espaços de venda.

Mas para este ano as novidades não se ficam por aqui. A Americana avançará, ainda este ano, com a abertura de um novo portal de vendas. O comércio eletrónico é uma realidade e aposta para a empresa há já alguns anos e, apesar de revelar um crescimento lento, a Americana entende que deve ser incrementado, na certeza de que “o futuro passará necessariamente pelas vendas à distância”. Importa salientar que para além de grossista, a Americana vende a grandes superfícies nacionais, a retalho e a grandes clientes, para além do público em geral.

Por outro lado, a internacionalização também faz parte da estratégia de crescimento da empresa de Leiria, mas por enquanto a exportadora encontra-se apenas no mercado de Angola, destino onde vai continuar a apostar e pretende consolidar.

Ao analisar a trajetória e os resultados da estratégia em curso, António de Sousa, presidente do Conselho de Administração e filho do fundador, Manuel Pedro de Sousa, assume medir o crescimento da empresa em número de empregados: “Temos vindo a crescer à média de dois empregados por ano, nos últimos cinco anos, tendo neste momento 100 colaboradores. Realço este valor pois para nós é fundamental gerarmos riqueza e criarmos emprego. Considerando ainda que nesta atividade “a relação com o cliente é fundamental”. António de Sousa reforça ainda que é exatamente por isto que “a qualidade dos recursos humanos e a sua identificação com os valores da empresa é crucial para o seu desenvolvimento”.

O sucesso da empresa traduz-se ainda nos números obtidos na faturação, já que revela um crescimento “notável”, sublinha o responsável. Nos últimos cinco anos, este crescimento foi de 5% ao ano, com um volume de negócios fixado em 17 milhões de euros em 2017. Os resultados líquidos têm-se fixado nos 0,6 milhões de euros por exercício, considerando ainda os últimos oito anos. Em 2018, a empresa regista já um crescimento de volume de negócios, em termos homólogos, na ordem dos 7%.

Ler mais
Recomendadas

Como a Indústria 4.0 pode ajudar a criar a fábrica do futuro

A fábrica do futuro é o centro de uma cadeia de distribuição que combina clientes, fornecedores, distribuidores e parceiros com sistemas analíticos avançados. Isso pode levar a uma “produção perfeita” com o mínimo de tempo de inatividade, negligência, desperdício e ineficiência.

Sustentabilidade no investimento: menos risco, mais valor

Reduzir a quantidade de plásticos descartáveis ou viajar de comboio são duas formas de reduzir a nossa pegada ecológica. E no investimento, o que podemos fazer para reforçar a sustentabilidade?
Comentários