Até 2025 mais de 90% dos portugueses serão e-shoppers

No que concerne ao número de portugueses que fizeram compras online em 2017, este valor alcançou os 36% em 2017 (13% em 2009), esperando-se que até 2025 venha a crescer para os 59%.

Em 2017, a percentagem de portugueses a utilizar a internet foi de 73% (contra 48% em 2009). Este número deverá aumentar para 91% até 2025, antevê também a última edição do Estudo da Economia Digital em Portugal, desenvolvido pela ACEPI em parceria com a IDC.

Já no que concerne ao número de portugueses que fizeram compras online em 2017, este valor alcançou os 36% em 2017 (13% em 2009), esperando-se que até 2025 venha a crescer para os 59%. O volume das compras online realizadas pelos portugueses em 2017 situou-se nos 4,6 mil milhões de euros (1,7 mil milhões de euros em 2009), valor que deverá crescer para os 8,9 mil milhões de euros até 2025. Já no que se refere ao volume de negócios efetuado online pelas empresas e pelo Estado em 2017 este valor totalizou os 70 mil milhões de euros (24 mil milhões de euros em 2009), esperando-se que venha a ascender aos 132 mil milhões de euros até 2025.

Apesar de em 2017 se ter verificado uma evolução positiva no valor das compras online feitas em websites portugueses, 50% das compras realizadas online ainda foram feitas fora de Portugal. Estes resultados revelam que ainda existe muito espaço para as empresas portuguesas aumentarem a sua presença na internet e a sua pegada no comércio eletrónico. Assim, em 2016 apenas 27% das empresas portuguesas efetuaram negócios online (9% das microempresas; 25% das pequenas empresas; 36% das médias empresas; e 54% das grandes empresas) e só 17% do seu volume de negócios foi proveniente de clientes no estrangeiro.

Nesta análise, segundo sublinhou Alexandre Nilo Fonseca, presidente da direção da ACEPI, evidencia-se ainda o facto de 50% das compras realizadas online ainda terem sido feitas fora de Portugal, ainda que, em 2017, se tenha verificado uma evolução positiva no valor das compras online feitas em websites portugueses. Assim, reforça o responsável, estes resultados mostram que “ainda existe muito espaço para as empresas portuguesas aumentarem a sua presença na internet e a sua pegada no comércio eletrónico”.

Recorde-se que em 2016 apenas 27% das empresas portuguesas efetuaram negócios online (9% das microempresas; 25% das pequenas empresas; 36% das médias empresas; e 54% das grandes empresas) e só 17% do seu volume de negócios foi proveniente de clientes no estrangeiro.

Diante dos resultado e tendo em conta o contexto atual, Nilo da Fonseca sublinhou que se vive “um momento crucial de viragem, onde empresas portuguesas têm no comércio eletrónico uma excelente oportunidade para endereçarem mais facilmente um mercado de proporções incomparáveis, que poderá alterar de forma decisiva o equilíbrio da balança comercial digital a favor de Portugal”.

Com o foco direcionado para às empresas portuguesas que ainda têm o trabalho de base da transformação digital por fazer, recordando que, hoje, apenas 40% das empresas nacionais estão online, sendo que em Portugal 95% são micro empresas e que destas só 12% tem presença na internet, a ACEPI está a desenvolver o projeto “Norte Digital”.

Este projeto, que visa contribuir para o aumento do nível de digitalização das empresas, nomeadamente das PME da região Norte, através da realização de um diagnóstico, da criação de um benchmark e identificação dos principais marketplaces, percorrerá 20 cidades da região  em 2018, com ‘roadshow’ que sensibilizará as empresas para a importância da digitalização do seu negócio, e dará início a um projeto piloto com 50 empresas.

 

 

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