BCE prepara programa de estímulo na Zona Euro

O Banco Central Europeu (BCE) deverá iniciar, nas próximas semanas, a compra de ativos de forma a injetar liquidez na banca, tal como anunciou o presidente do organismo, Mario Draghi, recentemente em Washington. O objetivo é que esta medida se reflita no financiamento de empresas e famílias, estimulando assim as economias dos países da zona […]

O Banco Central Europeu (BCE) deverá iniciar, nas próximas semanas, a compra de ativos de forma a injetar liquidez na banca, tal como anunciou o presidente do organismo, Mario Draghi, recentemente em Washington. O objetivo é que esta medida se reflita no financiamento de empresas e famílias, estimulando assim as economias dos países da zona euro e aliviando a ameaça da deflação.

O Banco Central Europeu (BCE) deverá iniciar, nas próximas semanas, a compra de ativos de forma a injetar liquidez na banca, tal como anunciou o presidente do organismo, Mario Draghi, recentemente em Washington. O objetivo é que esta medida se reflita no financiamento de empresas e famílias, estimulando assim as economias dos países da zona euro e aliviando a ameaça da deflação.

Também o vice-presidente do BCE, Vítor Constâncio, assegurou que a instituição europeia está a entrar numa nova etapa. De acordo com o ex-governador do Banco de Portugal, “as medidas decididas nos últimos meses marcam uma nova fase na estratégia do BCE”.

No que diz respeito às taxas de juro da zona euro, recorde-se que se mantêm atualmente no mínimo histórico de 0,05%. A garantia foi deixada por Mário Draghi na última reunião do BCE, realizada em Nápoles, Itália.

As taxas de juro e os mercados de obrigações são, de resto, subjacentes sobre os quais os investidores podem operar através de CFDs. Os traders mais sofisticados podem obter exposição neste tipo de mercado tanto se entenderem que as taxas (de curto ou longo prazo) irão subir como descer. De resto, as taxas de juro de curto prazo são das mais populares e das mais líquidas dentro dos mercados financeiros mundiais.

Quando um trader negocia com CFDs sobre taxas de juro, o preço deste produto derivado é de 100 menos a taxa de juro de três meses para essa divisa. Por exemplo, quando a taxa de juro para depósitos em euro – a Euribor – é de 0,5%, isso teria um reflexo no preço de 99,5 (ou seja, 100 menos 0,5%).

Nestes casos, os investidores devem “comprar” se acharem que a taxa de juro vai descer e “vender” se considerarem que a taxa de juro vai subir. Isto acontece porque o preço de uma taxa de juro futura desce à medida que essa taxa de juro sobe e vice-versa.

Apostar na subida ou descida das taxas de juro funciona da mesma forma que outro tipo de investimentos, ou seja, se comprar a um preço e vender a outro, os ganhos ou as perdas dependem da diferença entre os dois preços.

As taxas de juro de longo prazo refletem-se em concreto no preço das obrigações do tesouro: quando um investidor abre uma posição sobre as obrigações de um Estado, está a especular na direção das taxas de juro.

Uma vez que o preço das obrigações sobe quando desce a taxa de juro, o investidor deverá “comprar” estes contratos se achar que as taxas de juro irão cair e “vender” se considerar que vão subir.

Através da IG, os investidores poderão obter exposição à dívida de países como Alemanha e Itália com os contratos de CFDs. Ao mesmo tempo, poderão também negociar sobre taxas, nomeadamente com a Euribor.

Os CFDs são Produtos Financeiros Complexos. Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e esteja disposto a aceitá-las. Advertências Específicas ao investidor:
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