Cimeira de junho com agenda cheia de incógnitas

As reservas do próximo governo italiano face à Europa e ao euro são a maior preocupação da UE. Na frente externa, Angela Merkel está a abrir novos caminhos.

Os chefes de Estado ou de governo da União Europeia reunir-se-ão em Cimeira em Bruxelas a 28 e 29 de junho – com um encontro específico sobre o Brexit apenas a 27 Estados-membros e uma Cimeira do Euro a 19 – e têm pela frente dois problemas de fundo para debater: a questão italiana e o desenvolvimento das relações com a China.

E se o segundo tema cabe num dos pontos da agenda (as relações externas), já o primeiro não tem marcação prévia mas não poderá deixar de marcar o debate.

Com um governo formado a partir da ‘contratação’ de Guiseppe Conte como primeiro-ministro, os programas que estão por detrás dos dois partidos que formam a coligação que terá de governar o país (Movimento 5 Estrelas. M5S, e Lega) têm tudo para já ter feito soar todos os alertas em Bruxelas e em Estrasburgo.

 

Artigo publicado na edição semanal do Jornal Económico. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Relacionadas

Extrema-direita alemã quer Angela Merkel fora do governo

O partido pró-nazi queixa-se da política que a chanceler reserva aos imigrantes e refugiados que chegam à Alemanha.
Recomendadas

Como a Indústria 4.0 pode ajudar a criar a fábrica do futuro

A fábrica do futuro é o centro de uma cadeia de distribuição que combina clientes, fornecedores, distribuidores e parceiros com sistemas analíticos avançados. Isso pode levar a uma “produção perfeita” com o mínimo de tempo de inatividade, negligência, desperdício e ineficiência.

Sustentabilidade no investimento: menos risco, mais valor

Reduzir a quantidade de plásticos descartáveis ou viajar de comboio são duas formas de reduzir a nossa pegada ecológica. E no investimento, o que podemos fazer para reforçar a sustentabilidade?
Comentários