PremiumConvergência parlamentar entre PS e PSD será exceção e não regra

Aliança PS/PSD para aprovar diplomas da descentralização e das leis laborais terá sido circunstancial. “Não foi diferente do que aconteceu durante os três anos de legislatura”, ressalva Ascenso Simões. “O PSD não tem de estar contra em todas as votações”, defende Margarida Balseiro Lopes.

Na maratona de votações realizada na semana passada, na Assembleia da República, o PS aliou-se ao PSD para a aprovação dos projetos de lei de descentralização de competências para as autarquias e de alterações ao Código de Trabalho. Por outro lado, o PS aliou-se ao PCP e BE para a aprovação do projeto de lei que altera o regime de exploração de estabelecimentos de alojamento local.

Ou seja, a “geringonça” parece ter dado lugar a coligações de geometria variável que também envolvem o PSD, desde que Rui Rio assumiu a liderança. Nada que coloque em risco a aprovação do Orçamento do Estado para 2019, pelo menos do ponto de vista de Carlos César, líder da bancada parlamentar do PS, que após a maratona de votações assegurou: “Quero também renovar a confiança de que a aprovação do Orçamento do Estado para este último ano da legislatura será, certamente, um grande contributo que prestigiará a esquerda portuguesa e que confirmará a estabilidade do percurso”.

 

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