Decisões tomadas na AG do BESA são “invalidas e ineficazes”

O BES considera que as decisões tomadas na quarta-feira na assembleia geral (AG) extraordinária de acionistas do banco Espírito Santo Angola (BESA) são “inválidas e ineficazes”, pelo que informa que irá “agir em conformidade”. Em comunicado, o BES considera assim que “quaisquer decisões que tenham sido tomadas pelos acionistas na referida reunião são inválidas e […]

O BES considera que as decisões tomadas na quarta-feira na assembleia geral (AG) extraordinária de acionistas do banco Espírito Santo Angola (BESA) são “inválidas e ineficazes”, pelo que informa que irá “agir em conformidade”.

Em comunicado, o BES considera assim que “quaisquer decisões que tenham sido tomadas pelos acionistas na referida reunião são inválidas e ineficazes, pelo que irá agir em conformidade”.

De acordo com a instituição liderada por Luís Máximo dos Santos, a representante do BES foi impedida de participar na reunião, sob o pretexto de se ter atrasado.

“Sucede que, face à manifesta preterição das formalidades legais e estatuárias necessárias para que a assembleia pudesse reunir e deliberar sobre qualquer assunto, seria necessário que todos os acionistas do BESA estivessem presentes na reunião e, ainda, que aceitassem deliberar sobre os pontos da ordem de trabalhos, o que não sucedeu”, lê-se no documento.

Na AG realizada em Luanda, ficou decidido que o BESA vai passar a assumir a denominação de Banco Económico SA e que entre os novos acionistas encontram-se o grupo público angolano Sonangol e o Novo Banco português.

O BES refere ainda que a assembleia geral foi adiada um dia e “muito embora tenham sido solicitados, não foram fornecidos quaisquer documentos ou propostas sobre os pontos em discussão”.

“Sem prejuízo da escassa antecedência da convocatória e da preterição de outras formalidades que dependiam da regularidade da mesma, o BES comunicou que se faria representar na referida Assembleia Geral através da mandatária que indicou para o efeito”, refere a instituição liderada por Luís Máximo dos Santos.

 

OJE/Lusa

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