Dívidas dos hospitais disparam para 773 milhões de euros

Em apenas dois meses, o montante de dívidas em atraso cresceu quase 120 milhões de euros, o que, a manter-se a tendência que se tem verificado, pode levar a que os pagamentos em atraso voltem a atingir os mil milhões.

As dívidas em atraso dos hospitais EPE atingiram os 773 milhões de euros em junho, depois se ter registado uma nova subida pelo segundo mês consecutivo. Em dois meses, o montante de dívidas em atraso cresceu quase 120 milhões de euros, o que, a manter-se a tendência que se tem verificado, pode levar a que os pagamentos em atraso voltem a atingir os mil milhões, avança o “Jornal de Negócios”.

As duas primeiras tranches (de 900 milhões de euros) do reforço extraordinário de 1,4 mil milhões de euros anunciado pelo Governo no final do ano passado para pagar dívidas em atraso aos fornecedores já foi quase anulada. A situação vem também pôr em causa a promessa do ministro das Finanças, Mário Centeno, de acabar com o ciclo de endividamento no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Os dados da Direção-Geral do Orçamento (DGO) mostram que os pagamentos com mais de três meses de atraso do Estado atingiram os 1.029 milhões de euros em junho, o que representa um agravamento de 58 milhões de euros em relação ao mês anterior. Ainda assim, em termos homólogos, a dívida está 42 milhões de euros.

Recomendadas

“Dietas milagrosas” contrariam forma saudável de perder peso, alerta Deco

Para perder peso e manter a saúde, a dieta deve ser variada, eliminar os alimentos hipercalóricos, contemplar nunca menos de 1200 quilocalorias diárias (no caso das mulheres) e 1500 quilocalorias (no caso dos homens).

Gastos irregulares de cinco hospitais públicos sob suspeita

Inspeção-Geral das Atividades em Saúde realizou auditorias a cinco hospitais públicos e encontrou gastos irregulares no valor de 23,5 milhões de euros. 

Saúde. Privados investem 750 milhões de euros na criação de 19 hospitais até 2020

O grande reforço da oferta privada é em Lisboa e no Porto. Mas também há uma aposta em novas regiões como na Madeira, Açores, Vila Real ou Viseu, de acordo com o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, Óscar Gaspar.
Comentários