É altura de agir de forma diferente no digital

A IA é essencial para o futuro e pode otimizar as atividades empresariais. Uma infraestrutura flexível permite que as empresas façam testes e inovem através da diferenciação.

Alguns negócios nascem já no ambiente digital. Outros têm de lidar com tecnologias ultrapassadas e debatem-se para se manterem competitivos. Independentemente da situação, todos lutam para se manterem na “competição”. E numa era de tecnologias emergentes, torna-se claro que fazer coisas diferentes no digital vai tornar-se numa vantagem competitiva.

Este cenário criou uma avalanche de oportunidades. Tecnologias emergentes, como a Inteligência Artificial (IA) e Realidade Aumentada (RA), prometem um vasto potencial de vantagens para o digital, mas todo e qualquer negócio em 2018 precisa de encontrar pontos diferenciadores face à restante oferta de empresas que se posicionam neste ambiente.

Nesta altura de diferenciação, precisamos de desafiar o statu quo e de repensarmos a forma como o nosso Big Data, a Cloud e a infraestrutura poderão tornar-se em novas formas de criar essa diferenciação.

Como olhamos para 2018 e daí para frente

A infraestrutura será o principal motor de transformação digital, e na base de qualquer iniciativa de TI bem-sucedida está um data center flexível e preparado para o futuro. Sem ele, qualquer que seja a empresa vai ficar para trás nesta corrida digital. Funcionar de forma diferente, sem limitações, depende do grau de flexibilidade da infraestrutura de data center.

A inovação e as oportunidades avançam a uma velocidade estonteante, o que acabou por criar um variedade de desafios numa altura em que as empresas querem libertar-se dos constrangimentos impostos pelo legado tecnológico. Sem a flexibilidade dos data centers mais modernos na base das iniciativas de TI, a transformação digital e a adoção de tecnologias emergentes têm os dias contados. Aqueles que conseguem a agilidade máxima irão florescer à medida que suas plataformas de TI estiverem em sintonia com as constantes necessidades dos negócios.

A velocidade a que a empresa funciona é o ativo mais estratégico de que dispõe. É fundamental conseguir adicionar serviços, de forma quase impercetível, assim como aplicações e fluxos de trabalho que respondam aos requisitos dos clientes atuais. É neste ponto que a flexibilidade é um argumento vital. Não existem soluções “one size fits all” e é necessário considerar a infraestrutura do data center, definida por software, HPC/AI e hyperscale.

A previsão é que até 2020, 90% das organizações irão adotar a gestão de infraestrutura híbrida. Numa altura em que a legislação de dados faz aumentar a pressão sobre as empresas, é vital ter a capacidade de escolher onde armazenar e processar os dados. Uma configuração híbrida permite que os dados mais importantes sejam guardados no perímetro da empresa, melhorando a gestão de dados e relegando as informações menos sensíveis para a cloud. Adicionalmente, a abordagem híbrida – mais flexível – resulta numa agilidade de TI e num custo total de propriedade mais vantajosos.

No entanto, a explosão de dados na IoT e as possibilidades futuras significam que o panorama de data center muda rapidamente e numa escala massiva. É necessário que estes se adaptem. Um data center que está no “the edge” permite que as empresas possam processar dados mais rapidamente nesse local – o mais perto possível da fonte de dados. Esta abordagem ‘micro’ vai melhorar a sua flexibilidade e as funcionalidades tendo em vista esta adaptação.

O hype em torno da IA não revela sinais de abrandamento. Aliás, tudo indica que a IA vai continuar nesta espiral e neste frenesim de adoção ao longo de 2018. Todavia, a maior parte das funcionalidades de TI enfrentam desafios face à crescente complexidade das mesmas, equilibrando as necessidades de manter o equipamento antigo em funcionamento com a adoção de novas tecnologias emergentes. A IA é essencial para o futuro e pode otimizar as atividades empresariais. Uma infraestrutura flexível permite que as empresas façam testes e inovem através da diferenciação.

Sabemos que o nosso futuro é digital, pelo que assumir a diferença no digital é a base das vantagens das empresas e onde estas irão obter maiores ganhos. Essa diferença exige flexibilidade e abertura neste sector. Afinal, o data center é um pilar decisivo que coloca nas mãos dos líderes empresariais as possibilidades inerentes na corrida para o sucesso digital.

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