E se Deus fosse português?

Aos 29 anos, assistimos à rara transformação de um homem em lenda, talvez o melhor futebolista europeu de todos os tempos! “Nunca haverá outro Cristiano Ronaldo!”. A guerra de egos no Real Madrid matou a amizade mas não distorceu aquilo que para o melhor treinador do mundo (Mourinho, é claro!), é uma evidência: jogadores destes […]

Aos 29 anos, assistimos à rara transformação de um homem em lenda, talvez o melhor futebolista europeu de todos os tempos!

“Nunca haverá outro Cristiano Ronaldo!”. A guerra de egos no Real Madrid matou a amizade mas não distorceu aquilo que para o melhor treinador do mundo (Mourinho, é claro!), é uma evidência: jogadores destes não nascem duas vezes, nem em Portugal nem em lado nenhum!

Há um ano, Estocolmo testemunhou a elevação de Cristiano a unanimidade nacional. Antes do hat-trick de sonho à Suécia que nos levou ao Brasil, o craque do Real Madrid deixava os portugueses divididos entre a imagem do super-homem capaz de tudo com a camisola do clube e a estrela que se apagava nos grandes momentos ao serviço da seleção.

Se há um ano Ronaldo ganhou um país, hoje o CR7 parece querer conquistar o mundo de vez suportado nos 100 milhões de fãs que o veneram no Facebook, marca atingida esta semana.

O objetivo não passa por chegar a melhor do mundo – que já o é – mas em querer um lugar ainda mais significativo na história: o de melhor futebolista europeu de todos os tempos (e o recorde de golos na Liga dos Campeões de Raúl González será batido ainda nesta fase de grupos)!

Na seleção nacional, procuram–se novos adjetivos para qualificar o que Cristiano Ronaldo tem feito pela equipa de todos nós. Há 37 anos que Portugal não vencia na Dinamarca, e se há uns anos nos dissessem que iriamos ganhar aos 95 minutos com um golo de cabeça em que um português se elevou mais que um central dinamarquês, seria caso para, no mínimo, duvidar.

Fernando Santos, católico por convicção, viu o milagre acontecer quando parecia certo que um ponto seria o melhor que a seleção podia trazer da viagem a Copenhaga. E com um rasgo de génio de Quaresma (que o então selecionador da Grécia disse que levaria ao Mundial do Brasil se fosse grego), Portugal viu abrirem-se novamente as portas de uma qualificação tranquila para o Europeu francês em 2016.

Com a camisola das quinas, o madeirense já fez 116 jogos, atuou durante 9055 minutos e apontou 51 golos, sendo o melhor marcador de sempre da história da seleção nacional.

O golo de Cristiano Ronaldo na vitória de Portugal na Dinamarca igualou o recorde de Hakan Þükür e Jon Dahl Tomasson (22 golos) enquanto melhores marcadores no Campeonato da Europa da UEFA.

OJE

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