Exigências do BCE estão supridas, diz Nuno Amado

Depois de chumbar nos testes de stresse, Nuno Amado, o CEO do Millennium bcp afasta a necessidade de aumento de capital e outras medidas. A justificação está no facto de todos os requisitos fixados par ao cenário adverso até 2016 já terem sido supridos. Refere o BCP que a metodologia do Banco Central Europeu tomou […]

Depois de chumbar nos testes de stresse, Nuno Amado, o CEO do Millennium bcp afasta a necessidade de aumento de capital e outras medidas. A justificação está no facto de todos os requisitos fixados par ao cenário adverso até 2016 já terem sido supridos. Refere o BCP que a metodologia do Banco Central Europeu tomou por base os dados de 31 de dezembro de 2013 e, entretanto, a realidade é bem diferente.

Durante o corrente ano o BCP fez os reembolsos adicionais de 1850 milhões de euros das obrigações convertíveis (CoCos) ao Estado, em agosto último, acordou a venda da operação da Roménia e em outubro, anunciou o acordo de venda da Millennium Gestão de Activos.
Diz o BCP que face a uma exposição inicial ao Estado de nove mil milhões de euros, incluindo Cocos e garantias, restam 750 milhões de euros de devolução ao Estado.

Recorde-se que de acordo com o teste de stresse do BCE, cujos resultados foram divulgados durante a manhã deste domingo, o BCP ficaria, em 2016, com um rácio de capital de 3%, quando o mínimo é de 5,5%.Refere o BCP que “as medidas já decididas asseguram níveis de solvabilidade que superam os requisitos fixados para o cenário adverso”. Concluem que o exercício de capital do BCE (AQR) ficaria acima do limite de 8%. Afirma ainda que o rácio common equity tier 1 proforma é de 12,8% , de acordo com o critério phase-in; e 10,2% de acordo com o critério fully-implemented em setembro de 2014, já após a inclusão do impacto do AQR que têm reflexo contabilístico.

Por Vítor Norinha e Carlos Caldeira

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