Facebook lança ferramenta para ajudar comunidades atingidas por desastres naturais

Atualmente o Facebook está a testar a versão beta com três organizações: o Programa Alimentar Mundial, a UNICEF e a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV/CV).

Depois de um desastre natural, como um terramoto, um tsunami ou mesmo um incêndio como o que aconteceu na Madeira o ano passado, quanto mais informação houver sobre a situação mais fácil é ajudar. Todos os minutos contam para salvar uma vida.

Para este tipo de situações a Facebook Inc. criou um mecanismo que pode ajudar a melhorar o tempo de resposta das organizações e saber quais são as áreas que mais precisam de recursos básicos como água, médicos, alimentos.

Através de um post na própria rede social, a tecnológica apresentou os “mapas de desastres” que utilizam dados recolhidos através do Facebook, anonimamente, e partilham-no com as organizações.

“Reparámos que durante os desastres as pessoas utilizavam o Facebook para partilhar com os amigos e familiares o seu estado, e pensámos que esta atitude poderia realmente ajudar a preencher essa lacuna de informação crítica que as organizações humanitárias enfrentavam”, escreveu Molly Jackman. “Desta forma, as organizações podem ter as informações que precisam para responder de forma mais rápida e eficaz às catástrofes naturais”.

Atualmente o Facebook está a testar a versão beta com três organizações: o Programa Alimentar Mundial, a UNICEF e a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV/CV).

Se houvesse um terramoto em Lisboa como o de 1755, o Facebook partilharia os dados sobre a densidade de localização (“mapa de densidade” – onde as pessoas estão localizadas antes, durante e depois de um desastre – com as organizações parceiras.

Os “mapas de movimentos” ilustram os padrões de movimento entre os diferentes bairros ou cidades ao longo de várias horas. Ao entender esses padrões, as organizações podem prever mais eficazmente onde os recursos serão necessários.

Os “mapas de verificação” são utilizados para que as próprias pessoas possam “marcar-se” como seguros, como já tem vindo a acontecer em vários atentados e desastres naturais.

 

 

Recomendadas

GoParity na corrida para ser uma das 40 vencedoras do World Summit Awards

A ‘shortlist’ final será conhecida em novembro. Os 40 vencedores vão participar no WSA Global Congress 2020, a acontecer em março, em Viena, numa cerimónia em que serão eleitos os oito ‘Global Champions’.

8chan. A casa online dos neonazis continua offline depois do massacre no Texas

O atentado na Nova Zelândia foi o primeiro de quatro a ser anunciado nesta plataforma. Depois do ataque perpetrado contra muçulmanos, o autor do tiroteio em El Paso, Texas, que tirou a vida a menos 22 pessoas usou a mesma fonte para deixar a sua mensagem de supremacia branca.

Oito portugueses entre os vencedores do maior programa universitário de inovação digital da Europa

O European Innovation Academy é o maior programa universitário de aceleração em Inovação Digital da Europa. A terceira edição realizou-se entre os dias 14 de julho e 2 de agosto. Há oito portugueses entre os vencedores, com projetos que vão desde apoio a invisuais e a crianças com doenças crónicas até bicicletas com airbaigs.
Comentários