Gastos operacionais do Serviço de Saúde cresceram 5,8% no primeiro trimestre

Empresas participadas foram as maiores responsáveis pelo acréscimo dos custos operacionais no sector empresarial da Madeira, no primeiro trimestre deste ano.

As empresas participadas regionais foram as maiores responsáveis pelo acréscimo dos gastos operacionais no sector Empresarial da Região Autónoma da Madeira (SERAM), um crescimento que se traduziu em mais 1,5% do que no primeiro trimestre de 2017.

De acordo com o relatório referente ao primeiro trimestre deste ano, as empresas públicas madeirenses que mais contribuíram para o aumento nos gastos operacionais foram o Serviço Regional de Saúde (SESARAM),  a Empresa de Eletricidade da Madeira (EEM) e a empresa de Gestão do Sector da Banana (GESBA).

Na Saúde da Madeira, os gastos operacionais cresceram mais 5,8%, o equivalente a 11,7 milhões de euros, sendo de realçar, contudo, que no mesmo período, o volume de negócios do SESARAM aumentou 13.091 milhares de euros (+6,3%), contribuindo para a melhoria do EBITDA recorrente.

Já a EEM viu os seus gastos aumentarem 14,5 milhares de euros, mais 13,2 % do que no período homólogo, mas o volume de negócios embora tenha aumentado 11.872 milhares de euros foi inferior ao aumento ocorrido nos gastos operacionais, contribuindo para a degradação do EBITDA recorrente. O mesmo sucedeu com a empresa de Gestão do Sector da Banana (GESBA) que aumentou o seu volume de negócios em 330 milhares de euros e viu os seus gastos operacionais crescerem, no mesmo período, 5.402 milhares de euros.

No global, a rubrica que registou maior acréscimo nos gastos operacionais do SERAM foram as mercadorias vendidas e as matérias consumidas, com uma subida de 2,9%. Os gastos com o pessoal registaram um acréscimo de 1,1% face ao período homólogo do ano anterior. Já nos fornecimentos e serviços externos, observou-se um decréscimo de 0,6%.

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