GESBA admite um bom ano para a banana madeirense

O Centro de Processamento de Banana da Ponta de Sol é responsável por cerca de 50% da banana processada pela empresa pública regional GESBA. Até ao final de Maio deste ano aquela empresa pública tinha processado um total de 6.535.674 quilos de banana, dos quais 3.195.171 tiveram como destino a nova unidade da Ponta de Sol.

No total da produção, até Maio deste ano, e comparativamente a igual período do ano anterior, verifica-se um acréscimo em 539.002 quilos (mais 8,99%) o que, segundo foi noticiado, “deixa antever um ano bom para o sector”.

A GESBA recebe a produção de banana de cerca de 3000 produtores,sendo a detentora da marca registada Banana da Madeira, apostando em valorizar o produto, aumentar a sua notoriedade e promover o seu consumo no mercado nacional para onde é canalizada a produção de banana regional destinada à exportação. A GESBA-Empresa de Gestão do Sector da Banana, além da recolha da Banana no produtor, procede à sua classificação, embalamento e preparação para a distribuição e comercialização.

Em setembro de 2008, no âmbito de uma reestruturação do sector bananeiro regional, visando a sua própria sustentabilidade, e para garantir o escoamento e valorização da produção e o aumento do rendimento dos produtores, foi criada a GESBA, empresa pública regional. A GESBA-Empresa de Gestão do Sector da Banana tem como principal missão a recolha da Banana da Madeira no produtor, passando pela classificação, embalamento e preparação para a distribuição e comercialização.

Recorda-se que a produção de banana madeirense aumentou 14,7% em 2016, comparativamente a 2015. De acordo com dados da Direção Regional de Agricultura, “em 2016 foram comercializadas na primeira venda 20.290,6 toneladas de banana, mais 2.597,1 toneladas do que em 2015, o que representa um crescimento relativo de 14,7%”. A principal categoria de banana regional vendida foi a de categoria extra, que aumentou 27,2%, comparando com o ano transato, sendo que nas outras duas categorias comercializadas, a de primeira e de segunda, a produção caiu 1,6 e 7,6%, respetivamente.

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