Junta de Freguesia de Santo António em vias de viabilizar orçamento

O presidente da mesa da assembleia, Gonçalo Jardim, confirma acordo verbal mas que este entendimento está condicionado ao cumprir de algumas exigências. O presidente da Junta diz que pretende apresentar proposta aos partidos ainda este mês.

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A Junta de Freguesia de Santo António está prestes a resolver o impasse em torno do orçamento para 2018 que já vem desde dezembro quando foi chumbado na Assembleia de Freguesia. O presidente da mesa da Assembleia, Gonçalo Jardim, da ‘Coligação Confiança’, confirma, ao Económico Madeira, que existe um acordo verbal entre si e o presidente do executivo, Rui Santos, para a viabilização do documento mas que esse entendimento está ainda dependente de algumas condições.

Apesar desse acordo verbal Gonçalo Jardim afirma que este entendimento vai depender da “apresentação da proposta orçamental” por parte do executivo da Junta de Freguesia.

“Teremos que ver o documento”, esclarece. Gonçalo Jardim explica que é necessário verificar se as verbas “estão nos lugares correctos” e qual é “a utilização” que vai ser dada ao dinheiro.

Gonçalo Jardim esclarece que “não se quer dificultar” a vida a ninguém. O presidente da mesa da Assembleia de Freguesia no entanto faz questão de reforçar que “é necessário existir transparência” no orçamento acrescentando que terá também de discutir com o restantes elementos da ‘Coligação Confiança’ este documento.

Já o presidente da Junta de Freguesia de Santo António, Rui Santos, pretende apresentar a proposta de orçamento ainda este mês.

“A proposta de orçamento vai ser apresentada aos partidos ainda este mês”, esclarece Rui Santos ao Económico Madeira.

O presidente da Junta de Freguesia tem a expectativa que se realize em março uma assembleia que terá como propósito viabilizar o orçamento.

O orçamento de Santo António tem estado num impasse desde dezembro quando a proposta do executivo foi rejeitada pela Assembleia de Junta de Freguesia.

No início de fevereiro foi dito por Gonçalo Jardim que o chumbo da ‘Coligação Confiança’ ao orçamento se deveu a um documento “pouco transparente, que não mostrava rigor”.

O vogal na Assembleia de Freguesia do CDS-PP, Nélson Ferreira, explicou nessa altura que a rejeição em dezembro dos centristas se deveu não a “razões políticas” mas por um “fator de incompetência”.

Quanto a Ricardo Lume, vogal do PCP Madeira, dizia, em início de fevereiro, que o partido tomou diligência no sentido de contactar o executivo sobre o orçamento da Junta de Freguesia.

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