NOS assume-se como player de oferta integrada de segurança digital

Até agora a maioria das empresas tinha em casa grande parte dos serviços de armazenagem e proteção de dados, e estão agora a externalizar esses serviços. A NOS assume-se no mercado como empresa vocacionada para a segurança digital que presta esse serviço às outras empresas. Quais são os próximos 10 riscos em Cybersegurança? A IDC responde.

A NOS estabeleceu parcerias na área da segurança informática, com a S21 Sec (do Grupo Sonae), com a IDC, e com a Recorded  Future (que monitoriza e analisa dados e produz informações para as empresas tomarem decisões de segurança digital) porque o futuro passa pela digitalização e as empresas estão todas a entrar na terceira plataforma. A operadora de telecomunicações liderada por Miguel Almeida, ao estabelecer estas parcerias, assume-se como um player que presta serviços integrados de segurança digital a outras empresas.

Até agora a maioria das empresas tinha em casa grande parte dos serviços de armazenagem e proteção de dados, e estão agora a externalizar esses serviços. A NOS assume-se assim no mercado como empresa vocacionada para a segurança digital que presta esse serviço às outras empresas, uma vez que tem clouds, storage, e data centers físicos que lhe permitem prestar esse serviço às organizações.

“Atualmente as organizacões enfrentam um risco cada vez maior que resulta das mais diversas e crescentes ameaças digitais, entre elas o ransomware”, explica a NOS.

Os Chief Information Security Officer (CISO) e os Chief Security Officer (CSO) desempenham um papel essencial nas empresas no sentidode posicionar a segurança da informação – soluções, práticas e competências – como um facilitador para a transformação digital das empresas e instituições.

Porque antecipar o futuro é o desafio de qualquer gestão e mais ainda no que toca à segurança informática a IDC apresentou as 10 previsões na área da Cybersegurança que vão estar na agenda das maioria das empresas  nos próximos 12 meses a 24 meses no contexto da terceira plataforma (transformação digital dos negócios).

Com o objectivo de partilhar como podem as empresas organizar as suas estratégias de segurança  e gestão de risco a NOS fez uma apresentação da NOS em parceria com a S21 Sec – empresa de segurança virtual, com a Recorded Future, empresa norte-americana que faz análise no campo da mitigação do risco informático e segurança virtual, e ainda com a IDC (empresa líder em  ‘market intelligence’ na área das tecnologias de informação).

Atualmente as organizações enfrentam um risco cada vez maior que resulta das mais diversas ameaças digitais, entre elas o ransomware, que esteve recentemente na origem de um dos maiores ataques à escala global.

Os Chief Information Security Officer (CISO) e os Chief Security Officer (CSO) desempenham um papel essencial nas empresas no sentidode posicionar a segurança da informação- soluções, práticas e competências – como um facilitador para a transformação digital das empresas e instituições.

Porque antecipar o futuro é o desafio de qualquer gestão e mais ainda no que toca à segurança informática a IDC apresentou

Em 2025, aproximadamente 80 mil milhões de equipamentos estarão ligados pela internet, sendo que atualmente estão 13 mil milhões de equipamentos. Pelo que o tema ds segurança sobe para a ribalta. “O carro que mais se venderá no futuro será o carros mais seguro”, Gabriel Coimbra, da IDC cita uma frase do presidente da Mercedes-Benz para ilustrar a importância do tema da segurança.

Em 2020, 60% das nações terão políticas estatais de Cybersegurança, refere o responsável pela IDC.

Na agenda os riscos estão os ataques informáticos às grandes multinacionais  (2019 terão sido atacadas 60% das empresas).

Ao longo dos próximos 18 meses 85% dos consumidores ocidentais poderão desfazer negócios por causa de riscos associados a brechas na segurança que podem pôr em causa a sua privacidade. É preciso gerir a confidencialidade dos dados dos clientes.

A identificação através de dados biométricos. Em 2021 cerca de 50% de todas as transações online incorporarão dados biométricos.

Outro dos desafios é lidar com a crescente complexidade e escala dos Cyberataques.

Em 2020 mais de 25% das empresas do Ocidente irão ter a segurança como um serviço externo, através de Clouds de armazenamento de dados ou através de empresas de serviços de segurança SaaS (security as a service).

Uma das formas de se defender dos riscos é fazer backups da informação crítica, recomenda a IDC.

 

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