Número de estabelecimentos dos CTT subiu para 2.368 em setembro de 2017

Segundo o regulador de telecomunicações, “o número total de estabelecimentos postais presenta um ligeiro crescimento face ao final de 2014, estando em linha com os objetivos de densidade da rede postal e de ofertas mínimas de serviços fixados por decisão da Anacom”.

Rafael Marchante/Reuters

O número de estabelecimentos postais em funcionamento e geridos pelos Correios de Portugal – CTT em setembro do ano passado era de 2.368, ligeiramente mais do que em 2016, informou hoje a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).

Segundo o relatório publicado no ‘site’ da Anacom, referente ao terceiro trimestre de 2017, “estavam em funcionamento 2.368 estabelecimentos postais, dos quais 608 estações de correio fixas, três estações móveis e 1.757 postos de correio”.

No final do terceiro trimestre de 2016, este número era de 2.339. Segundo o regulador de telecomunicações, “o número total de estabelecimentos postais [em setembro de 2017] apresenta um ligeiro crescimento face ao final de 2014, estando em linha com os objetivos de densidade da rede postal e de ofertas mínimas de serviços fixados por decisão da Anacom”.

Tais objetivos foram fixados a 28 de agosto de 2014 e apontava para um número mínimo de 2.296.

“Com base exclusivamente na informação reportada pelos CTT, no terceiro trimestre de 2017 foram atingidos por este operador os objetivos de densidade da rede postal e de ofertas mínimas de serviços”, acrescenta o regulador.

No que toca à distribuição geográfica destes espaços, 96% (mais do que o objetivo, que era de 95%) estavam até 6.000 metros da população portuguesa.

Por seu lado, 95,9% população residente em áreas urbanas distava, no máximo, 4.000 metros do estabelecimento postal mais próximo, enquanto 97% da população residente nas áreas rurais distava, no máximo, 11.000 metros do estabelecimento postal mais próximo. Ambas as percentagens estão “acima do objetivo”, que era de 95%.

Na nota publicada na sua página na internet, a Anacom aponta que, “no plano internacional, tendo em conta os dados disponíveis na União Postal Universal sobre a rede de estabelecimentos postais fixos dos prestadores de serviço universal nos Estados-Membros da União Europeia, referentes a 2016, a situação em Portugal é ligeiramente favorável em termos de índice de cobertura e em termos de índice de densidade populacional, face à média [dos países], excluindo Portugal”.

Acresce que, em Portugal, “a percentagem de estabelecimentos postais que são geridos por terceiros é superior à média da União Europeia”, adianta o regulador.

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