Os dinossauros da política mundial

A limitação de mandatos tem como propósito evitar abusos de poder e garantir a rotatividade governativa para o bom funcionamento da democracia.

Mas nem todos os presidentes estão dispostos a cumprir com este princípio. Da América Latina às ex-repúblicas soviéticas, passando pelo continente africano, multiplicam-se os casos de presidentes que fizeram e desfizeram leis constitucionais com um único propósito: somar mais uns anos de liderança aos que até então a lei lhes permitia. A prática serve de precedente para outros dirigentes políticos e já há vários candidatos a fazer o mesmo. Há ainda casos em que a própria Constituição não estipula um limite de anos a que os presidentes estão sujeitos, o que, por norma, leva aos mandatos vitalícios.

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Numa altura em que o futebol feminino está a ganhar terreno no desporto europeu e mundial, a UEFA pretende mudar mentalidades e duplicar nos próximos cinco anos o número de atletas federadas para 2,5 milhões entre os seus 55 países membros. “Todas as raparigas devem sentir que jogar futebol é a coisa mais normal do mundo, seja por diversão ou porque quer ser campeã do mundo”, diz Nadine Kessler, antiga jogadora e conselheira da UEFA.

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