Particularmente setembro não foi nada bom para celebrar contratos de obras públicas

Setembro foi o pior mês do ano nos contratos de obras públicas, com os contratos celebrados a caírem 48% em termos homólogos, para 69 milhões de euros, divulgou a Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN). Segundo o barómetro das Obras Públicas da AICCOPN, no acumulado até setembro, os ajustes diretos de […]

Setembro foi o pior mês do ano nos contratos de obras públicas, com os contratos celebrados a caírem 48% em termos homólogos, para 69 milhões de euros, divulgou a Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).

Segundo o barómetro das Obras Públicas da AICCOPN, no acumulado até setembro, os ajustes diretos de empreitadas de obras públicas recuaram 27% em valor, para 264 milhões de euros, e 18% em número, enquanto os contratos celebrados ao abrigo de concursos públicos registaram uma variação positiva de 29%, para um total de 863 milhões de euros.

A AICCOPN nota, contudo, que esta variação anual resulta da celebração de contratos pela Estradas de Portugal relativos à conservação corrente para o período 2013-2016, num total de 99 milhões de euros, a que se somam os 146 milhões de euros respeitantes às empreitadas destinadas à conclusão do Túnel do Marão.

“Sem estes montantes pontuais, o total de contratos celebrados registaria uma quebra de 8%”, ressalva.

Em termos globais e acumulados, o volume total de contratos celebrados e reportados no Observatório das Obras Públicas, nos primeiros três trimestres do ano, foi de 1157 milhões de euros, representando um crescimento de 7% face ao período homólogo de 2013.

Quanto aos concursos de obras públicas promovidos até setembro, acumularam uma quebra de 13%, para um total de 1.418 concursos no valor de 1232 milhões de euros.

 

OJE/Lusa

Ler mais
Recomendadas

Como a Indústria 4.0 pode ajudar a criar a fábrica do futuro

A fábrica do futuro é o centro de uma cadeia de distribuição que combina clientes, fornecedores, distribuidores e parceiros com sistemas analíticos avançados. Isso pode levar a uma “produção perfeita” com o mínimo de tempo de inatividade, negligência, desperdício e ineficiência.

Sustentabilidade no investimento: menos risco, mais valor

Reduzir a quantidade de plásticos descartáveis ou viajar de comboio são duas formas de reduzir a nossa pegada ecológica. E no investimento, o que podemos fazer para reforçar a sustentabilidade?