PS exige ao Governo Regional mais atenção à saúde e à educação em vez de andar a anunciar novos investimentos

O líder parlamentar do PS Madeira afirma que o Governo Regional subverte prioridades quando faz anúncios como o da extensão da Pontinha e alerta que existem promessas do executivo que ainda estão por cumprir.

O PS Madeira acusa o Governo Regional de estar a subverter prioridades quando faz anúncios como o alargamento da Pontinha. Os socialistas madeirenses exigem ao executivo que preste mais atenção a áreas como a saúde e da educação onde ainda faltam cumprir promessas.

O líder parlamentar do PS Madeira, Victor Freitas, defendeu esta sexta-feira a necessidade de se “estabelecer prioridade nos investimentos” que a Madeira precisa fazer em vez de se andar a anunciar novas obras públicas lembrando ainda algumas das promessas feitas do executivo madeirense que ainda estão por cumprir.

Entre estas promessas estão “a construção do novo hospital”, “a ligação rodoviária entre a Boaventura e Santana”, a “ligação à Ponta do Pargo”, a “Cota 500”, bem como “as escolas da Ribeira Brava e do Porto Santo”, referiu o socialista madeirense.

Victor Freitas denunciou que existem “problemas graves na área da saúde, listas de espera para cirurgias com mais de 18 mil utentes, que faltam lares para idosos, que há altas problemáticas por resolver, que há problemas na área da habitação”.

“O presidente do Governo está a subverter aquilo que são as prioridades e os madeirenses e porto-santenses não compreendem como é que se começa a pensar em novos investimentos públicos quando o seu programa eleitoral ainda não foi cumprido”, afirmou.

O líder parlamentar do PS Madeira referia-se à intenção do Governo Regional que pretende estender o Cais do Funchal em mais 400 metros no próximo mandato.

“Parece, mais uma vez, a promessa do Armas, que seria durante o ano inteiro, 365 dias, para agora ser 12 viagens e durante 90 dias”, alertou.

Victor Freitas avançou que o PS Madeira vai propor uma comissão para obras estruturante que envolva o Governo, os partidos políticos e as autarquias de maneira a que estas “sejam planeadas, que tenham por base estudos de sustentabilidade financeira”.

 

 

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