PSD: “O PS é que anda com as prioridades subvertidas quando se coloca do lado dos interesses de Lisboa”

O secretário-geral do PSD afirma que os apoios à saúde e educação foram reforçados e que estas áreas consomem metade do Orçamento Regional. Rui Abreu desafiou os socialistas madeirenses a exigirem à República que “assuma as suas despesas” em dossiers como o ferry, os juros da dívida, e a sobretaxa do IRS.

O PSD Madeira acusou esta sexta-feira o PS de andar com as “prioridades subvertidas” quando em vez de “lutar pela Região Autónoma” se “coloca do lado dos interesses de Lisboa”.

Esta resposta surge na sequência da crítica do PS Madeira que dizia que os sociais democratas madeirenses andavam com as prioridades subvertidas quando anunciaram a sua intenção de alarga a Pontinha em mais 400 metros quando tinham promessas ainda por cumprir na área da saúde e da educação.

O secretário-geral do PSD Madeira, Rui Abreu, diz que no Orçamento Rectificativo se reforçou os apoios dados “ao emprego, à habitação e à educação dos madeirenses” e acrescentou que metade do Orçamento Regional “é canalizado para a Saúde e a Educação”.

“Não se percebe, portanto, as críticas do grupo parlamentar do PS”, reforçou. O social democrata devolve as críticas dizendo que o PS “tem as prioridades subvertidas” quando em vez de “lutar pelos interesses da população da madeira” se “coloca do lado dos interesses de Lisboa”.

Rui Abreu diz que se o PS ajudasse “era possível fazer mais”. O social democrata desafia os socialistas madeirenses a exigir ao primeiro-ministro, António Costa, e à República que “assumisse as despesas” relativas a dossiers como os juros da dívida, a sobretaxa do IRS, o ferry, o helicóptero de combate aos incêndios, o passe dos estudantes ou com o avião-cargueiro.

“Mais grave é ver o PS falar de finanças públicas, tentando inventar factos, quando a Madeira é a única parcela do país que não apresenta défice. E isto há cinco anos consecutivos”, alerta Rui Abreu.

Rui Abreu diz que o PS se confronta agora com a realidade em que “os investimentos avançam, as promessas são cumpridas, as contas estão consolidadas”.

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