Puidgemont: “Não me vou retirar nem desistir”

O líder do Juntos pela Catalunha foi detido no domingo pela polícia alemã junto à fronteira com a Dinamarca.

Yves Herman/Reuters

O líder do Juntos pela Catalunha, Carles Puidgemont, afirmou que não se vai retirar, nem renuncia perante a “actuação ilegítima de quem perdeu nas urnas”, defendeu no Twitter.

“Que seja claro: não desistirei, não renunciarei, não me retirarei perante a atuação ilegítima de quem perdeu nas urnas ou antes da arbitrariedade de quem está disposto o preço de abandonar o Estado de direito e a justiça pela unidade da pátria”, realçou Puidgemont na sua primeira mensagem difundida desde que cedeu o controlo dos seus perfis nas redes sociais por encontrar-se detido no centro penitenciário de Neumünster.

Puidgemont foi detido no domingo pela polícia alemã junto à fronteira com a Dinamarca no cumprimento de um mandado de detenção europeu emitido pela justiça espanhola.

De recordar que em outubro Puidgemont fugiu para a Bélgica juntamente com outros membros do executivo da Catalunha, depois de ter sido destituído do governo catalão.

A Alemanha já tinha afirmado que a crise catalã é “um assunto interno” de Espanha e é este país que deve “resolver internamente” este problema.

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