Quando a inteligência artificial e a robótica se cruzam nem o futebol escapa

Uma equipa de cientistas da Universidade do Texas, em Austin, está a criar robôs capazes de aprender por si próprios, de cooperar no lar, no local de trabalho ou até mesmo praticar alguns desportos como o futebol.

Foto Universidade do Texas

Uma equipa de cientistas da Universidade do Texas, em Austin, está a criar robôs capazes de aprender por si próprios, de cooperar no lar, no local de trabalho ou até mesmo praticar alguns desportos como o futebol.

Os investigadores estão incorporando inteligência artificial nas máquinas para que elas possam lidar com situações do mundo real. Entre os sistemas, estão os assistentes automatizados cujo objetivo é que possam realizar futuramente tarefas simples, por exemplo, num escritório de trabalho, encontrar um colega ou localizar e trazer um equipamento.

Para que isso aconteça, é preciso que os robôs sejam capazes de reconhecer objetos e pessoas, entender em vez de reconhecer apenas o discurso humano. A diferença está em envolver um número limitado de comandos de voz pré-programados. Mas este entendimento requer contexto e significado e isso só pode ser alcançado usando técnicas de inteligência artificial que implicam fazer perguntas ao robô para ajudá-lo a entender o que as palavras significam.

Segundo avançou este domingo uma reportagem da BBC, foi inventado um código para permitir que os robôs distribuam pistas sociais como por acenar para alguém e, em seguida, procurar movimentos ou expressões de seus homólogos humanos que indicam que estão felizes em conversar.

Mas os robôs humanoídes estão também a aprender a jogar futebol. Eles fazem inclusive parte de uma iniciativa internacional “RoboCup” que estabeleceu como desafio construir uma equipa capaz de vencer os detentores masculinos do mundial em 2050.

Os robôs jogam num mini campo de futebol indoor, trabalham em equipa e evoluem a cada jogo.

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