Quando partilhar, emprestar, alugar e trocar substituem “comprar”, o que deve saber o consumidor?

As trocas, partilhas, boleias sempre existiram na sociedade de consumo, no entanto, as tecnologias possibilitaram que novos modelos de negócio surgissem.

Em primeiro lugar, precisa de saber que está perante uma prática comercial que possibilita o acesso a bens e serviços, sem que haja necessariamente aquisição de um produto ou troca monetária entre as partes envolvidas. Falamos de alojamento para férias, de transportes partilhados, de aluguer de equipamentos, enfim um mundo de modelos de negócio à margem das tradicionais relações de consumo.

As trocas, partilhas, boleias sempre existiram na sociedade de consumo, no entanto, as tecnologias possibilitaram que novos modelos de negócio surgissem. Existe assim uma variedade de plataformas digitais que possibilitam que utilizadores que pretendem disponibilizar os seus bens ou serviços encontrem consumidores que estejam dispostos a partilhar.

É o consumo colaborativo. Este mecanismo de consumo está aí e procura aproximar o consumidor dos serviços e dos bens, facilitando a relação entre os pares.

Quais as vantagens deste negócio disruptivo?

O consumo colaborativo fomenta a partilha de serviços e bens que possuímos, para que haja um melhor aproveitamento dos mesmos. A partilha é uma forma inteligente de evitar o desperdício e poupar algum dinheiro.

Mas existem perigos…

Uma vez que os consumidores estabelecem uma relação de consumo através de plataformas online, sem conhecer o outro utilizador que disponibiliza o bem ou serviço, o risco de incumprimento é maior. A confiança é a palavra-chave nestes modelos de negócio, o consumidor que opta por viajar à boleia com um terceiro que conheceu através de uma plataforma online, aceita correr o risco que qualquer boleia envolve.

No entanto, as plataformas também têm que assumir a responsabilidade no que toca ao funcionamento da mesma e têm o dever de acompanhar e desenvolver todas as diligências quando o consumidor apresenta um conflito ou reclamação.

Como se pode apoiar estes modelos de negócio protegendo o consumidor?

As especificidades do consumo colaborativo levaram a DECO a elaborar um Código de Conduta que pretende proteger os direitos e legítimos interesses dos consumidores.

É uma ferramenta de autorregulação, cujo trunfo principal consiste na sua capacidade para implementar e preservar a confiança dos consumidores relativamente às empresas aderentes, e, consequentemente, salvaguardar a própria concorrência e o cumprimento das regras legais.

O que se reivindica para segurança do consumidor?

A atuação das plataformas digitais tem de obedecer às regras do comércio eletrónico e ainda a toda a legislação setorial aplicável. A informação sobre áreas cruciais, como as condições gerais, políticas de privacidade e cookies, tratamento de reclamações, resolução de conflitos e cancelamentos, deve ser completa, clara e em português.

Informe-se sobre os seus direitos.

Procure-nos em: DECO MADEIRA está à sua espera na Loja do Munícipe do Caniço, Edifício Jardins do Caniço loja 25, Rua Doutor Francisco Peres; 9125 – 014 Caniço; deco.madeira@deco.pt

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