Remodelado Hotel Trópico de Luanda pronto a estrear

O grupo Teixeira Duarte investiu mais de 20 milhões de euros em obras de beneficiação e remodelação do Hotel Trópico, construído em 1972 e uma das três unidades hoteleiras que a empresa portuguesa detém na capital angolana. A informação consta de um contrato de investimento entre o grupo português, através da Teixeira Duarte Hotels (TDH), […]

O grupo Teixeira Duarte investiu mais de 20 milhões de euros em obras de beneficiação e remodelação do Hotel Trópico, construído em 1972 e uma das três unidades hoteleiras que a empresa portuguesa detém na capital angolana.

A informação consta de um contrato de investimento entre o grupo português, através da Teixeira Duarte Hotels (TDH), e a Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP), entidade pública que representa o Estado angolano, publicado na terça-feira.

O mesmo documento, indica que 80% do capital social do hotel Trópico é detido pela TDH, do grupo Teixeira Duarte, que opera em Angola há mais de 35 anos, integrando igualmente em Luanda os hotéis Alvalade e Baía.

Além de ser uma das unidades hoteleiras de referência da cidade de Luanda, o Trópico, de quatro estrelas e com 280 quartos, emprega cerca de 300 trabalhadores.

O contrato para as obras de modernização, que prevê um apoio do Estado angolano ao abrigo da Lei do Investimento Privado, foi agora publicado, tendo a obra sido concluída em junho passado, indicou fonte daquela unidade hoteleira, contactada hoje pela Lusa.

“Por razões de ordem comercial, para enfrentar a atual concorrência no mercado de hotelaria em Luanda, foi decidido pelas investidoras modernizar as instalações do Hotel Trópico, capacitar esta unidade hoteleira de melhores valência, conforto e acessibilidade, nomeadamente ao nível das novas tecnologias”, lê-se no contrato de investimento com a ANIP.

Previa a realização de um investimento de 25,8 milhões de dólares (mais de 20 milhões de euros) e a criação, neste primeiro ano de implementação do projeto, de vinte postos de trabalho, dos quais 17 para cidadãos nacionais.

No mesmo contrato destaca-se que estas obras “contribuem para uma maior e melhor oferta hoteleira em Luanda” daquele hotel.

OJE/Lusa

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