Siemens Portugal fecha 2017 com lucro líquido de 15,3 milhões de euros

A contribuir para o desempenho positivo da empresa esteve o aumento do volume de encomendas, que registou um crescimento na ordem dos 10% para os 433,4 milhões de euros.

A Siemens Portugal fechou o ano de 2017 com um lucro líquido de 15,3 milhões de euros, o que corresponde ao dobro do registado no ano anterior. A contribuir para o desempenho positivo da empresa esteve o aumento do volume de encomendas, que assinalou um crescimento na ordem dos 10% para os 433,4 milhões de euros.

Além de ter crescido em termos nacionais, a Siemens Portugal reforçou a sua projeção internacional, com as exportações a ultrapassarem, pela primeira vez, os 100 milhões de euros. Este valor corresponde a um aumento de 30% em comparação com igual período homólogo.

“Atualmente, já temos em carteira encomendas no valor de 850 milhões de euros, perspetivando que esse valor possa chegar aos 900 milhões de euros até ao final do ano. São resultados como estes que nos dão a segurança e a confiança de que precisamos para continuar a investir no país”, afirmou Pedro Pires de Miranda, presidente executivo da Siemens Portugal.

A empresa tenciona reforçar a sua equipa durante o ano fiscal de 2018, que começou em outubro, para acompanhar o crescimento da empresa projetado para este ano. A Siemens Portugal já criou 240 postos de trabalho altamente qualificados em áreas como tecnologias de informação, engenharia e serviços financeiros e de gestão e está agora a contratar novos membros.

O ano passado, a Siemens já tinha reforçado a sua equipa, com a contratação de 253 novos colaboradores. Até ao final de setembro do ano passado, a empresa contava com um total de 2.022 colaboradores.

Pedro Pires de Miranda acredita que a digitalização será um dos grandes motores de crescimento da economia nacional este ano. Tendo isso em conta, a empresa está focada em acompanhar as Pequenas e Médias Empresas (PME) nesta transformação digital, “influenciando assim positivamente o desenvolvimento do país”, afirma.

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