TAP ainda tem 25 milhões de euros por repatriar de Angola

A TAP conseguiu recuperar parte do dinheiro que tinha a transferir de Angola, mas ainda faltam repatriar 25 milhões de euros, diz a administração da empresa.

A TAP ainda tem de repratriar 25 milhões de euros de Angola, depois de ter repatriado para Portugal mais de 130 milhões de euros. “A TAP  conseguiu repatriar 132 milhões de euros de Angola, mas  ainda faltam repatriar 25 milhões euros”, revelou a administração da TAP na apresentação das contas de 2018.

A companhia aérea registou prejuízos de 118 milhões de euros em 2018, anunciou a companhia aérea esta sexta-feira, 22 de março. É um regresso aos prejuízos por parte da transportadora aérea portuguesa, depois de 21 milhões de euros de lucro registados em 2017, revelou a empresa esta sexta-feira em comunicado.

Este prejuízo de euros representa 3,6% das receitas totais, sendo que 95 milhões são custos não recorrentes e extraordinários. O resultado de 2018 (e percentagem das receitas) compara com um lucro de 21 milhões (0,7% da receitas) em 2017 e prejuízos e de menos 28 milhões (1,2% das receitas), menos 156 milhões (6,3% das receitas) e menos 85 milhões (3,0% das receitas) em 2016, 2015 e 2014, respetivamente.

A pesar no aumento dos prejuízos estiveram a subida de custos com a folha salarial ou com os combustíveis. Em 2018, a TAP contratou mais 250 pilotos para assegurar o crescimento da sua atividade – mais voos e rotas – e, atendendo ao aumento de 32% no preço do combustível, agravou em 169 milhões de euros a fatura que pagou em combustível. “Este agravamento teve um impacto negativo de 169 milhões de euros nas contas da TAP em 2018 quando comparadas com 2017”, comenta a administração da empresa.

“A TAP adoptou uma política de hedge de combustível que permitiu proteger 50% do seu consumo de combustível em 2019″, além de que os novos  aviões A320 NEO consomem menos 20% de combustivel com poupançade 8% nos custos totais”, explicam os gestores da transportadora.

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