Tráfego na CREL continua a crescer acima da média devido à saturação do IC19

A empresa liderada por Vasco de Mello realça que a concessionária encontra-se numa “forte posição de liquidez”: 149 milhões de euros em ‘cash’ e 250 milhões de euros em linhas bancárias com garantia de subscrição e não utilizadas.

O tráfego na A9, também conhecida como CREL – Circular Regional Exterior de Lisboa, continua a crescer acima da média da restante rede da BCR – Brisa Concessão Rodoviária.

De acordo com o s resultados divulgados pela empresa liderada por Vasco de Mello na passada sexta-feira, dia 27 de julho, o TMD – Tráfego Médio Diário na A9 cresceu 9,2% no primeiro semestre deste ano, para um total de 21.603 veículos por dia.

Os responsáveis da Brisa consideram que este aumento de tráfego se deveu “à saturação de tráfego no IC19/CRIL [Circular Regional Interior de Lisboa]”.

Recorde-se que o TMD de toda a rede principal da BCR cresceu 4,1% na primeira metade deste ano, “apesar das fracas condições climatéricas”.

A autoestrada da rede da BCR que mais cresceu durante o período em análise foi a A10, com uma subida de 9,7% face ao primeiro semestredo ano passado, para 6.585 carros diários.

A A10 faz a ligação entre a A9, em Bucelas, a A10 no Carregado, e a A13 em Benavente.

Na A1, entre Lisboa e o Porto, registou um tráfego de 31.570 veículos diários, uma subida de 4,1%.

Na A2, entre Lisboa e o Algarve, a subida do tráfego no primeiro semestre deste ano foi de 3,2%, para 13.560 carros diarios.

Na A5, entre Lisboa e Cascais, o tráfego fixou-se em 69.415 carros por dia, após um crescimento de 2,2% em comparação com o primeiro semestre de 2017.

Na A6, entre Lisboa e Évora, o TMA na primeira metade deste ano subiu 5,2%, para 5.247 veículos por dia.

O comunicado da BCR sublinha que “todas as autoestradas apresentaram taxas de crescimento de TMD positivas (como tem acontecido nos últimos anos)”.

No primero semestre deste ano, as receitas de portagem da BCR cresceram 6,2%, para 267,3 milhões de euros, enquanto o EBITDA aumentou 8,8%, para 210,4 milhões de euros.

No mesmo período, os lucros fixaram-se em 62 milhões de euros, após um amento de 27,3%.

A empresa liderada por Vasco de Mello realça que a concessionária se encontra numa “forte posição de liquidez”: 149 milhões de euros em ‘cash’ e 250 milhões de euros em linhas bancárias com garantia de subscrição e não utilizadas.

A BCR destaca ainda que a empresa não tem reembolsos significativos a efetuar antes de 2021.

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