Viaturas encomendadas pela GNR chegaram sem potência para apagar incêndios

As primeiras 20 viaturas entregues tinham motobombas com uma potência inferior à necessária. A anomalia só foi detetada quando as primeiras 20 viaturas, das 80 encomendadas, circulavam nas mãos dos membros do GIPS.

O Governo de António Costa encomendou 80 veículos ligeiros para serem usado pelo GIPS – Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro, a unidade especializada da GNR que colabora no combate aos incêndios, mas a primeira remessa de viaturas estão desadequadas. As primeiras 20 viaturas entregues tinham motobombas com uma potência inferior à necessária, avança o semanário “Expresso”.

A anomalia só foi detetada quando as primeiras 20 viaturas, das 80 encomendadas, circulavam nas mãos dos membros do GIPS. O presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, César Nogueira, afirma que as viaturas não podem ser utilizadas por uma questão de segurança. Isto porque, a potência é inferior à prevista, a água lançada pelas mangueiras não chega tão longe e obriga os militares a aproximarem-se da frente de combate.

“As viaturas não podem ser utilizadas e foram recolhidas para se proceder à substituição das motobombas”, afirmou César Nogueira. O Ministério da Administração Interna investiu 2,2 milhões de euros na compra destas 80 Viaturas Ligeiras de Combate a Incêndios (VLCI), que são normalmente usadas para enfrentar incêndios ainda em fases iniciais.

 

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